Guia Grana do Dia · Dinheiro parado no CPF

O dinheiro parado no seu CPF não some, mas também não avisa.

Oito frentes oficiais, uma por dia, com o valor, a data e o próximo passo anotados a cada consulta.

Capa do guia O Mapa do Dinheiro Esquecido
R$ 47R$ 27pagamento único

Custa menos que a primeira consulta costuma devolver.

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8 frentes de varredura7 dias, uma por dia40 páginasweb + PDF

Por dentro do guia

Páginas reais, não promessa

Infográfico: Onde o dinheiro dorme: as oito frentes ordenadas pelo tamanho do cheque típico, do abono do ano-base ao crédito de nota
Infográfico
Onde o dinheiro dorme: as oito frentes ordenadas pelo tamanho do cheque típico, do abono do ano-base ao crédito de nota
O mapa: As quatro famílias do dinheiro esquecido: salário parado, imposto pago a mais, banco devendo e o que ficou de quem se foi
O mapa
As quatro famílias do dinheiro esquecido: salário parado, imposto pago a mais, banco devendo e o que ficou de quem se foi
O caso: O CPF da Débora, antes: auxiliar de cozinha, dois empregos anteriores, oito frentes nunca conferidas
O caso
O CPF da Débora, antes: auxiliar de cozinha, dois empregos anteriores, oito frentes nunca conferidas
Abertura de frente: Cada frente abre em cena, do abono que espera o mês do aniversário ao papel esquecido na gaveta
Abertura de frente
Cada frente abre em cena, do abono que espera o mês do aniversário ao papel esquecido na gaveta
Passo a passo: O movimento da primeira frente: qual canal oficial abrir, o que pedir pelo NIS e o que anotar antes de sair
Passo a passo
O movimento da primeira frente: qual canal oficial abrir, o que pedir pelo NIS e o que anotar antes de sair
A planilha: A planilha do rastreio: uma linha por frente, com valor achado, data em que cai e próximo passo
A planilha
A planilha do rastreio: uma linha por frente, com valor achado, data em que cai e próximo passo
Falas prontas: As falas do balcão: pedido curto, educado e terminando em protocolo, prontas pra copiar
Falas prontas
As falas do balcão: pedido curto, educado e terminando em protocolo, prontas pra copiar
O fecho: O placar da Débora: R$ 2.806,31 achados em sete dias, com duas frentes fechando em zero e o zero na tabela
O fecho
O placar da Débora: R$ 2.806,31 achados em sete dias, com duas frentes fechando em zero e o zero na tabela

Leia antes de pagar

A primeira frente, aberta na íntegra

Uma das oito frentes da varredura, exatamente como aparece no miolo. As outras sete vêm com o guia.

Onde o dinheiro dorme: as oito frentes ordenadas pelo tamanho do cheque típico, do abono do ano-base ao crédito de nota
Onde o dinheiro dorme: as oito frentes ordenadas pelo tamanho do cheque típico, do abono do ano-base ao crédito de nota

O abono que espera o aniversário

O maior cheque típico da varredura vale até um salário mínimo: R$ 1.621 no valor vigente. É o abono salarial, o extra de quem ganhou pouco no ano-base, o ano trabalhado que gera o pagamento.

A regra tem duas portas, e as duas são simples. Média de até dois salários mínimos no ano-base. Carteira assinada por pelo menos 30 dias naquele ano. O valor sai proporcional: cada mês trabalhado vira uma fatia do teto. Trabalhou sete meses? O abono daquele ano-base sai perto de sete fatias.

O abono fica pra trás por desenho, não por azar. O pagamento segue um calendário anual, e o calendário não avisa ninguém. O aviso não chega por carta nem por mensagem no celular. E quem trocou de emprego no ano-base costuma achar que perdeu o direito. Os meses trabalhados continuam valendo, em qualquer empresa.

Quem ganha com a espera

Enquanto você não consulta, o valor fica parado no sistema, sem trabalhar pro seu bolso. Parado, ele não paga a conta de luz nem rende no seu nome. A janela de saque tem prazo, e prazo perdido vira fila nova no balcão. A redação abre a varredura por aqui porque o minuto de consulta mais caro da semana mora nesta frente.

Onde o abono se esconde

O abono não se esconde num lugar difícil. Ele mora atrás de um número e de um calendário. O número é o NIS, a matrícula do trabalhador nos sistemas do governo. O calendário é o documento logo abaixo, o que ninguém te mostra.

Separe o seu NIS, o número do trabalhador no governo. Ele aparece no contracheque e na carteira de trabalho digital.

Abra o canal oficial do trabalhador com a sua conta gov.br. A consulta de abono é gratuita em qualquer canal oficial.

Confira ano-base a ano-base, não só o último ano. Todo ano com carteira assinada pode ter abono esperando.

Anote o valor e a data de cada achado na planilha da varredura. Frente sem nada também se anota: zero conferido é diferente de nunca olhado.

O movimento

A frente inteira cabe em uma consulta e duas anotações. Nada de fila por enquanto: o primeiro movimento é digital e leva minutos. A ordem é esta.

Confira seu abono no canal oficial do trabalhador, com o NIS na mão. A tela mostra se existe valor e de qual ano-base ele vem.

Achou valor? Anote o quanto e a data em que cai na planilha. O pagamento respeita o calendário, e o seu lote abre no mês do seu aniversário.

Tela zerada com carteira assinada no ano-base pede conferência no balcão. Anote o zero com a data e marque a frente pra revisar.

O plano B é de balcão: a agência da Caixa resolve o que o canal digital emperra. Leve um documento com foto e o NIS, peça a consulta do abono e saia com o protocolo anotado.

A armadilha tem cara de atalho: site e aplicativo que cobram uma taxa pra "liberar" a consulta do abono. A consulta oficial é gratuita, sempre, no canal do trabalhador e no balcão da Caixa. Quem cobra pra mostrar o seu dinheiro é golpe, e o formulário ainda fica com o seu NIS.

Débora abriu a consulta do trabalhador no domingo à noite, com o NIS do contracheque na mão.

O ano-base em que ela fechou o ano inteiro de carteira tinha um abono cheio esperando: R$ 1.621,00 , pagos no calendário do mês do aniversário dela.

Cada ano-base fechado de carteira vale até um salário mínimo, hoje R$ 1.621 . A consulta leva minutos, e o maior cheque típico da varredura sai dela.

A resposta pronta

A voz interna diz: se fosse meu, já teria caído na conta. O balcão do banco gosta da mesma frase, dita com mais pressa. A tabela cruza o que você vai ouvir com o que você faz na hora, sem depender da boa vontade de ninguém.

O tamanho do cheque também tem regra escrita, e a regra joga a seu favor.

Cada mês de carteira no ano-base vira uma fatia do teto

Regra prática pra fechar: resposta de balcão sem consulta ao NIS não encerra a frente.

O método Achar, Pedir, Anotar

Cada frente em 3 tempos

1
Onde o dinheiro se esconde

O órgão exato que guarda o valor daquela frente, e por que ele nunca avisa ninguém.

2
O movimento

O passo a passo da consulta: qual canal oficial abrir, o que pedir e quanto esperar.

3
A resposta pronta

Quando o canal emperra, a fala exata pra registrar o pedido com protocolo. Copiável na versão web.

O caso que atravessa o guia
Você varre junto com a Débora: auxiliar de cozinha numa escola municipal, dois empregos de carteira assinada antes do atual, um pai falecido há três anos. Cada frente mostra onde o dinheiro dela estava parado antes de você procurar o seu. No fim, a planilha soma os sete dias.

O que você leva por R$ 27

O guia completo, web + PDF

Link permanente pra ler no navegador, com a planilha viva e botões de copiar, e o PDF pra guardar e imprimir.

Checklist das oito frentes

As oito consultas numa página só, imprimível. Risca uma por dia, com a data ao lado.

A planilha do rastreio

Digita o valor achado em cada frente e vê o total da semana. Os números da Débora já vêm de exemplo.

Falas prontas do balcão

O texto exato pra pedir a consulta, o extrato e o protocolo por escrito. Botão de copiar ao lado de cada uma.

O dinheiro que tem seu nome.

R$ 47R$ 27

R$ 27 pra varrer as oito frentes do seu CPF. Pagamento único, sem assinatura.

Quero o guia

Cada ano parado é mais um abono que vence sem ninguém avisar.

Achou a frente ou devolve · 7 dias

Leu o guia e não achou uma frente sequer pra consultar no seu CPF? Responda o email da compra em até 7 dias e devolvemos os R$ 27.