Guia Grana do Dia · Dinheiro parado no CPF
Oito frentes oficiais, uma por dia, com o valor, a data e o próximo passo anotados a cada consulta.

Custa menos que a primeira consulta costuma devolver.
Acesso imediato. Comece a primeira frente hoje.
Do time da news Grana do Dia, no seu email todo dia às 6h06.
Por dentro do guia








Leia antes de pagar
Uma das oito frentes da varredura, exatamente como aparece no miolo. As outras sete vêm com o guia.

O maior cheque típico da varredura vale até um salário mínimo: R$ 1.621 no valor vigente. É o abono salarial, o extra de quem ganhou pouco no ano-base, o ano trabalhado que gera o pagamento.
A regra tem duas portas, e as duas são simples. Média de até dois salários mínimos no ano-base. Carteira assinada por pelo menos 30 dias naquele ano. O valor sai proporcional: cada mês trabalhado vira uma fatia do teto. Trabalhou sete meses? O abono daquele ano-base sai perto de sete fatias.
O abono fica pra trás por desenho, não por azar. O pagamento segue um calendário anual, e o calendário não avisa ninguém. O aviso não chega por carta nem por mensagem no celular. E quem trocou de emprego no ano-base costuma achar que perdeu o direito. Os meses trabalhados continuam valendo, em qualquer empresa.
Enquanto você não consulta, o valor fica parado no sistema, sem trabalhar pro seu bolso. Parado, ele não paga a conta de luz nem rende no seu nome. A janela de saque tem prazo, e prazo perdido vira fila nova no balcão. A redação abre a varredura por aqui porque o minuto de consulta mais caro da semana mora nesta frente.
O abono não se esconde num lugar difícil. Ele mora atrás de um número e de um calendário. O número é o NIS, a matrícula do trabalhador nos sistemas do governo. O calendário é o documento logo abaixo, o que ninguém te mostra.
Separe o seu NIS, o número do trabalhador no governo. Ele aparece no contracheque e na carteira de trabalho digital.
Abra o canal oficial do trabalhador com a sua conta gov.br. A consulta de abono é gratuita em qualquer canal oficial.
Confira ano-base a ano-base, não só o último ano. Todo ano com carteira assinada pode ter abono esperando.
Anote o valor e a data de cada achado na planilha da varredura. Frente sem nada também se anota: zero conferido é diferente de nunca olhado.
A frente inteira cabe em uma consulta e duas anotações. Nada de fila por enquanto: o primeiro movimento é digital e leva minutos. A ordem é esta.
Confira seu abono no canal oficial do trabalhador, com o NIS na mão. A tela mostra se existe valor e de qual ano-base ele vem.
Achou valor? Anote o quanto e a data em que cai na planilha. O pagamento respeita o calendário, e o seu lote abre no mês do seu aniversário.
Tela zerada com carteira assinada no ano-base pede conferência no balcão. Anote o zero com a data e marque a frente pra revisar.
O plano B é de balcão: a agência da Caixa resolve o que o canal digital emperra. Leve um documento com foto e o NIS, peça a consulta do abono e saia com o protocolo anotado.
A armadilha tem cara de atalho: site e aplicativo que cobram uma taxa pra "liberar" a consulta do abono. A consulta oficial é gratuita, sempre, no canal do trabalhador e no balcão da Caixa. Quem cobra pra mostrar o seu dinheiro é golpe, e o formulário ainda fica com o seu NIS.
Débora abriu a consulta do trabalhador no domingo à noite, com o NIS do contracheque na mão.
O ano-base em que ela fechou o ano inteiro de carteira tinha um abono cheio esperando: R$ 1.621,00 , pagos no calendário do mês do aniversário dela.
Cada ano-base fechado de carteira vale até um salário mínimo, hoje R$ 1.621 . A consulta leva minutos, e o maior cheque típico da varredura sai dela.
A voz interna diz: se fosse meu, já teria caído na conta. O balcão do banco gosta da mesma frase, dita com mais pressa. A tabela cruza o que você vai ouvir com o que você faz na hora, sem depender da boa vontade de ninguém.
O tamanho do cheque também tem regra escrita, e a regra joga a seu favor.
Cada mês de carteira no ano-base vira uma fatia do teto
Regra prática pra fechar: resposta de balcão sem consulta ao NIS não encerra a frente.
O método Achar, Pedir, Anotar
O órgão exato que guarda o valor daquela frente, e por que ele nunca avisa ninguém.
O passo a passo da consulta: qual canal oficial abrir, o que pedir e quanto esperar.
Quando o canal emperra, a fala exata pra registrar o pedido com protocolo. Copiável na versão web.
Você varre junto com a Débora: auxiliar de cozinha numa escola municipal, dois empregos de carteira assinada antes do atual, um pai falecido há três anos. Cada frente mostra onde o dinheiro dela estava parado antes de você procurar o seu. No fim, a planilha soma os sete dias.
O que você leva por R$ 27
Link permanente pra ler no navegador, com a planilha viva e botões de copiar, e o PDF pra guardar e imprimir.
As oito consultas numa página só, imprimível. Risca uma por dia, com a data ao lado.
Digita o valor achado em cada frente e vê o total da semana. Os números da Débora já vêm de exemplo.
O texto exato pra pedir a consulta, o extrato e o protocolo por escrito. Botão de copiar ao lado de cada uma.
R$ 47R$ 27
R$ 27 pra varrer as oito frentes do seu CPF. Pagamento único, sem assinatura.
Quero o guiaCada ano parado é mais um abono que vence sem ninguém avisar.
Leu o guia e não achou uma frente sequer pra consultar no seu CPF? Responda o email da compra em até 7 dias e devolvemos os R$ 27.